O ator e comediante Marcos Veras falou sobre sua trajetória artística e os projetos que estava desenvolvendo naquele momento. Ele destacou o sucesso do espetáculo solo “Falando a Veras”, uma comédia que mistura stand-up, esquetes e números musicais, com textos autorais e observações bem-humoradas sobre o cotidiano. Veras explicou que o show era uma forma de se conectar diretamente com o público, explorando temas como relacionamentos, televisão e comportamento social com leveza e irreverência. A peça, que já havia passado por diversas cidades brasileiras, estava sendo atualizada com novos quadros e piadas, refletindo sua constante busca por inovação no humor
Durante a conversa com Jô Soares, Veras também comentou sua participação na peça “Atreva-se”, dirigida pelo próprio Jô, e estrelada ao lado de sua esposa, a atriz e comediante Julia Rabello. Ele falou sobre a experiência de trabalhar sob a direção de Jô, destacando o aprendizado e a liberdade criativa que teve em cena. A peça, com uma proposta de humor nonsense e elementos de suspense, foi elogiada por sua originalidade e pelo entrosamento do elenco. Além disso, Veras mencionou sua presença no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, onde atuava como comentarista fixo, trazendo humor e leveza às pautas do programa matinal da TV Globo. Ele refletiu sobre o desafio de adaptar seu estilo cômico para diferentes formatos e públicos, mostrando sua versatilidade como artista.
A entrevista foi marcada por momentos de descontração, improviso e risadas, com Veras demonstrando seu talento cênico ao interagir com Jô e a plateia. Ele compartilhou histórias de bastidores, falou sobre sua formação em teatro e sua passagem por programas de humor como o “Zorra Total” e o “Porta dos Fundos”, e refletiu sobre o papel do humor na sociedade. Jô, sempre atento e generoso, destacou a inteligência e o carisma de Veras, reconhecendo nele um dos nomes promissores da nova geração do humor brasileiro. A conversa revelou não apenas o lado cômico do ator, mas também sua dedicação à arte e sua visão crítica sobre o ofício de fazer rir.
