Vik Muniz conversou com Jô Soares sobre sua nova exposição intitulada Espelhos de Papel, explicando que o projeto reúne onze obras inéditas e busca refletir identidades fragmentadas a partir de imagens inspiradas no universo das revistas.
O artista descreveu com detalhes sua rotina de trabalho, dizendo que separa os pedaços de papel por cor e vai colando as peças até formar a imagem final, processo que costuma levar em média dois meses por obra, e ressaltou a intenção de explorar como a mulher se vê através das revistas como parte do conceito da mostra.
Durante o programa também foram lembradas referências à sua carreira, como a repercussão internacional de trabalhos anteriores — um deles retratado no documentário Lixo Extraordinário — e a importância dessa individual em São Paulo, a primeira desde sua retrospectiva de 2009, contexto que ajudou a situar o público sobre a trajetória e a inovação presentes em Espelhos de Papel.
